Resumo
Mesquita de Mohammed Alí surge no coração da cidadela no Cairo, com os seus elegantes minaretes com mais de 80 m de altura e a multiplicidade luminosa das cúpulas. Mohammed Alí era um simples soldado, albanês de origem e grego de nascimento, que em 1799 chegou ao Egipto para combater contra Napoleão. Tinha apenas 30 anos, mas um glorioso destino pela frente: em 1801, já comandava as tropas albanesas estacionadas no País e quatro anos mais tarde era nomeado vice-rei dos Egípcios.
Chegado ao poder, não perdeu tempo para consolidar a sua posição, rodeando de uma corte de fiéis, não descurando também o reforço económico e o embelezamento arquitectónico da própria capital. Em 1830, deu assim início à edificação da grande mesquita que ainda hoje se eleva sobre a capital. O extenso pátio, com quase 3000 m2, é ladeado por ágeis colunas de mármore, encimadas por leves cúpulas. Ao centro, incrivelmente requintada, ergue-se a grande fonte das abluções rituais, protegida e quase fechada no interior de um sofisticado pavilhão.
A mesquita propriamente dita, um edifício que deslumbra pelos interiores extraordinariamente ricos em decorações em alabastro e mármore (como são também de mármore branco a tribuna e o púlpito ou minbar), relembra em muito, nas estruturas e na forma, outro monumento famoso: Santa Sofia em Istambul. Sobre tudo isto domina a grandiosa cúpula central, com mais de 50 m de altura e um diâmetro superior a 20, que no interior se apresenta ricamente trabalhada e decorada.
Evidentemente orgulhoso do que pode ser considerado a sua obra-prima, Mohammed Alí, que morreu em 1849, quis ser sepultado no seu interior: o seu túmulo em mármore branco ergue-se, com efeito, à direita do portal.
Chegado ao poder, não perdeu tempo para consolidar a sua posição, rodeando de uma corte de fiéis, não descurando também o reforço económico e o embelezamento arquitectónico da própria capital. Em 1830, deu assim início à edificação da grande mesquita que ainda hoje se eleva sobre a capital. O extenso pátio, com quase 3000 m2, é ladeado por ágeis colunas de mármore, encimadas por leves cúpulas. Ao centro, incrivelmente requintada, ergue-se a grande fonte das abluções rituais, protegida e quase fechada no interior de um sofisticado pavilhão.
A mesquita propriamente dita, um edifício que deslumbra pelos interiores extraordinariamente ricos em decorações em alabastro e mármore (como são também de mármore branco a tribuna e o púlpito ou minbar), relembra em muito, nas estruturas e na forma, outro monumento famoso: Santa Sofia em Istambul. Sobre tudo isto domina a grandiosa cúpula central, com mais de 50 m de altura e um diâmetro superior a 20, que no interior se apresenta ricamente trabalhada e decorada.
Evidentemente orgulhoso do que pode ser considerado a sua obra-prima, Mohammed Alí, que morreu em 1849, quis ser sepultado no seu interior: o seu túmulo em mármore branco ergue-se, com efeito, à direita do portal.






Belo pormenor com excelentes cores e definição
UAU LINDA MESMO Lustre Lindissimo Um candeeiro "ilustre" como alguém dizia...
excelente este olhar
Fotografia verdadeiramente excepcional em termos de cores, definição, enquadramento e descrição, digna da imponência do monumento. 5* GP
Excelente e belo registo *******